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    Memórias de uma mãe cadeirante
     


    O grande encontro

    Quem costuma vir aqui já está careca de saber que sou fã do Jairo. Para quem está chegando agora e, por acaso, ainda não sabe de quem estou falando é só acessar http://assimcomovoce.folha.blog.uol.com.br/ para ver o que está perdendo.

    Acontece que nesse sábado haverá um encontro IMPERDÍVEL dele com toda a matrix aqui em São Paulo. Ele estará lá, em carne e osso, comemorando os 2 primeiros anos de muito sucesso do ASSIM COMO VOCÊ. Vejam só o convite que fizeram e me digam se não é o melhor que já viram até hoje! Uma coisa dessas só podia ser para ele mesmo... eu amei!

    ONDE: Mr Jack´s, no shopping Paulista

    QUANDO: 17/04, às 17h

    Nos vemos lá!



    Escrito por Flavia Cintra às 23h20
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    Momento "coruja"

    Minha avó está velhinha, com muita dificuldade para andar. É uma mulher forte, orgulhosa por ter criado os seus cinco filhos com o esforço de seu próprio trabalho. É geniosa e teima em não usar a cadeira de rodas que demos a ela. Também nunca pede ajuda, tenta fazer tudo o que pode sozinha. O que não pode fazer sozinha, não faz... a não ser que alguém ofereça. Ela vivia no interior, mas agora está morando na casa da minha mãe e, desde então, temos mais chance de conviver.

    Acho maravilhoso que meus filhos possam ter em sua história a convivência com a bisavó. Eles chegam lá e correm para beijá-la. Mariana, falante como é, conversa horas a fio com sua bisa. Mateus também, ele faz perguntas e presta atenção nas respostas, sem nunca se esquecer de oferecer a ela um pedacinho do doce que tiver nas mãos.

    Estávamos na cozinha, logo após o almoço, e minha avó acomodada no sofá da sala assistindo TV. Mateus interrompeu a conversa, num tom urgente “a bisa precisa de ajuda!”. Vimos minha avó de pé, dando passos inseguros na nossa direção. Ela sempre faz isso e minha mãe corre para dar apoio, pois uma queda na idade dela é muito perigoso. Mateus sabe disso e se preocupa, está sempre alerta. Outro dia ele mesmo ofereceu ajuda, esticando o bracinho na direção da bisa para levá-la ao banheiro. Todos acharam graça, mas eu me emocionei. Como alguém com menos de três anos já é tão solidário, sensível e responsável? É óbvio que isso não se ensina diretamente, tem muito mais a ver com a personalidade que nasce com a pessoa.

    Mateus pode estar ocupado com seu brinquedo preferido ou assistindo o melhor momento do desenho, mas se ouvir um “por favor, me ajude” de qualquer pessoa, ele para o que estiver fazendo e se aproxima com um lindo sorriso para ajudar. Meu filho é uma criança maravilhosa e será um grande homem...



    Escrito por Flavia Cintra às 17h32
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