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    Memórias de uma mãe cadeirante
     


    E agora, José?

    Saí hoje a tarde para fazer a entrevista que ainda faltava para a minha matéria dessa semana. Quando cheguei em casa, tive a surpresa de encontrar uma visita impensável. Um gato! Magro, pequeno e faminto.

    Mateus e Mariana encantados com o bichano, falavam ao mesmo tempo e sem parar: “Mamãe, ele pode morar com a gente! Ele não tem casa! Ele precisa de carinho, mamãe! Ele está com fome! ”. Chorão

    Nunca tive afinidade com felinos. Gosto muito de cachorros e pretendia adotar um em breve. Mas, o gatinho chegou e ficou. Conquistou meus pequenos.

    E agora... eu não sei nada sobre gatos! Dei dinheiro e eles foram com a babá comprar ração. Voltaram com um prato também.

    Vamos ver como fica essa situação... tinha que ser logo um gato? Com vergonha



    Escrito por Flavia Cintra às 17h29
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    Canção de qualquer mãe - Lya Luft

    "Filhos, vocês terão sempre me dado muito mais do que esperei
    ou mereci ou imaginei ter"

    Que nossa vida, meus filhos, tecida de encontros e desencontros, como a de todo mundo, tenha por baixo um rio de águas generosas, um entendimento acima das palavras e um afeto além dos gestos – algo que só pode nascer entre nós. Que quando eu me aproxime, meu filho, você não se encolha nem um milímetro com medo de voltar a ser menino, você que já é um homem. Que quando eu a olhe, minha filha, você não se sinta criticada ou avaliada, mas simplesmente adorada, como desde o primeiro instante.

    Que, quando se lembrarem de sua infância, não recordem os dias difíceis (vocês nem sabiam), o trabalho cansativo, a saúde não tão boa, o casamento numa pequena ou grande crise, os nervos à flor da pele – aqueles dias em que, até hoje arrependida, dei um tapa que ainda agora dói em mim, ou disse uma palavra injusta. Lembrem-se dos deliciosos momentos em família, das risadas, das histórias na hora de dormir, do bolo que embatumou, mas que vocês, pequenos, comeram dizendo que estava maravilhoso. Que pensando em sua adolescência não recordem minhas distrações, minhas imperfeições e impropriedades, mas as caminhadas pela praia, o sorvete na esquina, a lição de casa na mesa de jantar, a sensação de aconchego, sentados na sala cada um com sua ocupação.

    Que quando precisarem de mim, meus filhos, vocês nunca hesitem em chamar: mãe! Seja para prender um botão de camisa, ficar com uma criança, segurar a mão, tentar fazer baixar a febre, socorrer com qualquer tipo de recurso, ou apenas escutar alguma queixa ou preocupação. Não é preciso constrangerem-se de ser filhos querendo mãe, só porque vocês também já estão grisalhos, ou com filhos crescidos, com suas alegrias e dores, como eu tenho e tive as minhas. Que, independendo da hora e do lugar, a gente se sinta bem pensando no outro. Que essa consciência faça expandir-se a vida e o coração, na certeza de que aquela pessoa, seja onde for, vai saber entender; o que não entender vai absorver; e o que não absorver vai enfeitar e tornar bom.

    Que quando nos afastarmos isso seja sem dilaceramento, ainda que com passageira tristeza, porque todos devem seguir seu caminho, mesmo que isso signifique alguma distância: e que todo reencontro seja de grandes abraços e boas risadas. Esse é um tipo de amor que independe de presença e tempo. Que quando estivermos juntos vocês encarem com algum bom humor e muita naturalidade se houver raízes grisalhas no meu cabelo, se eu começar a repetir histórias, e se tantas vezes só de olhar para vocês meus olhos se encherem de lágrimas: serão apenas de alegria porque vocês estão aí. Que quando pareço mais cansada vocês não tenham receio de que eu precise de mais ajuda do que vocês podem me dar: provavelmente não precisarei de mais apoio do que do seu carinho, da sua atenção natural e jamais forçada. E, se precisar de mais que isso, não se culpem se por vezes for difícil, ou trabalhoso ou tedioso, se lhes causar susto ou dor: as coisas são assim. Que, se um dia eu começar a me confundir, esse eventual efeito de um longo tempo de vida não os assuste: tentem entrar no meu novo mundo, sem drama nem culpa, mesmo quando se impacientarem. Toda a transformação do nascimento à morte é um dom da natureza, e uma forma de crescimento.

    Que em qualquer momento, meus filhos, sendo eu qualquer mãe, de qualquer raça, credo, idade ou instrução, vocês possam perceber em mim, ainda que numa cintilação breve, a inapagável sensação de quando vocês foram colocados pela primeira vez nos meus braços: misto de susto, plenitude e ternura, maior e mais importante do que todas as glórias da arte e da ciência, mais sério do que as tentativas dos filósofos de explicar os enigmas da existência. A sensação que vinha do seu cheiro, da sua pele, de seu rostinho, e da consciência de que ali havia, a partir de mim e desse amor, uma nova pessoa, com seu destino e sua vida, nesta bela e complicada terra. E assim sendo, meus filhos, vocês terão sempre me dado muito mais do que esperei ou mereci ou imaginei ter.



    Escrito por Flavia Cintra às 12h43
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    Perigos do Bisfenol A

    Muitas mamães, como eu, ficaram preocupadas com a notícia de que o Bisfenol A, utilizado no processo de endurecimento do plástico pode causar doenças nas nossas crianças.

    A principal dica, além de amamentar o bebê durante o maior período possível, é evitar aquecer o leite e os alimentos em recipientes plásticos porque o calor potencializa o desprendimento do BPA. Não é motivo para pânico, mas um alerta importante para nós - mães - que queremos fazer o melhor para os nossos filhos.

    Para quem não pode assistir a matéria, tá aqui: 

    Como vocês sabem, essa foi a minha "estréia" no show da vida. Ainda vou melhorar, ganhar desenvoltura, aprender a conduzir melhor. Estou muito feliz com todas as mensagens de carinho, apoio e incentivo. Nem sei o que dizer para agradecer, vocês me empurram para a frente, obrigada!

     Espero poder levar ao público outras informações relevantes e, ao mesmo tempo, contribuir com novas conquistas para as pessoas com deficiência.

    Domingo que vem tem mais!



    Escrito por Flavia Cintra às 11h31
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    Bendito mês de maio

    Ave Maria!

    Comemorei meu 3º dias das mães. Sim, porque o 1º foi quando eles ainda estavam na minha barriga.

    Encerrei minha contribuição na novela que mostrou de um jeito lindo que uma mulher cadeirante pode ter inúmeras realizações, inclusive ser mãe.

    E agora inauguro uma nova fase ainda mais desafiadora: contribuir como repórter do Fantástico.

    Tem gente dizendo que vou apresentar um quadro no programa, mas não é isso. Não ocuparei um lugar diferente de uma repórter, pois é isso que eu sou: uma repórter. Nem mais e nem menos, ok? E é exatamente isso que me entusiasma nesse trabalho, vocês entendem?

    Minha 1ª matéria vai ao ar hoje, 16 de maio. Se enganou quem apostou que vou apresentar uma pauta sobre pessoas com deficiência. Vou falar de um assunto de grande interesse das mamães e de todas as pessoas preocupadas com a saúde das nossas crianças.

    Espero que gostem.



    Escrito por Flavia Cintra às 23h36
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