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    Memórias de uma mãe cadeirante
     


    Dietas

    Vai aqui a matéria que fiz domingo passado sobre dietas malucas.

    Me diverti muito entrevistando os médicos e me impressionei com o número de pessoas que se submetem a loucuras na tentativa de emagrecer, comprometendo a saúde e sem atingir o objetivo.

    A dica que vale não é novidade para ninguem: Alimentação equilibrada e atividade física, não tem outro jeito.



    Escrito por Flavia Cintra às 14h27
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    ...que frio!

    Hoje eu entrevistei um médico e descobri que:

    1) Pessoas longilíneas sentem mais frio – eu sou longilínea.

    2) Pessoas magras sentem mais frio – eu sou magra.

    3) Cadeirantes sentem mais frio – eu sou cadeirante.

    4) Mulheres na TPM são mais sensíveis ao frio – eu estou na TPM.

    5) Essa é semana mais fria do ano.

    Resumo da ópera: Eu sou um pingüim.



    Escrito por Flavia Cintra às 18h33
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    Mulheres multifuncionais

    Me desculpe pela ausência dos últimos dias. Se o Sérgio passou por aqui, deve ter pensado “ela voltou a ser uma blogueira bissexta”. Não é isso, mas o ritmo de trabalho apertou um pouquinho e, nessas situações, acabo dedicando o tempo que tenho para as crianças. O resto fica para depois! Quem é mãe, eu sei que consegue me entender.

    O dinheiro mais caro de ganhar, o trabalho mais difícil, o dia mais longo que vivo é o que preciso passar longe dos meus pequenos. Tenho pensado muito sobre isso e observado a dinâmica de vida das mulheres que conheço. Todas gostariam que os dias fossem mais longos e, na impossibilidade de esticar os minutos, se desdobram em muitas para dar conta do recado.

    No último domingo, a Renata Cafardo, minha colega lá do Fantástico, entrevistou mulheres que acumulam os papeis de mãe, profissional, esposa, etc e que estão à beira de um ataque de nervos. Uma pesquisa feita em São Paulo mostra que muitas estão sem clima em casa. Quase 30% delas responderam que os problemas domésticos são o maior motivo de estresse. Em segundo lugar, ficou a questão do dinheiro. E em terceiro, o trabalho. 

    Eu não me sinto estressada. Tem dias em que estou muito acelerada, mas ainda nesses dias eu acho que consigo me localizar em cada momento e conduzir a rotina com certa tranqüilidade. Não que seja fácil, mas eu valorizo tanto cada um dos setores da minha vida que me recuso a reclamar que eles sejam muitos. Há algum tempo, me lembro de ter escrito aqui que o meu maior problema é ter tantas coisas boas na minha vida que me falta tempo para todas. Essas reflexões sobre o tempo são recorrentes na nossa vida. Hoje em dia, me angustio menos e me estresso raramente. Parece que a prática dos anos está me ajudando a lidar melhor com a culpa que sempre apita para denunciar minhas dívidas com os amigos, com projetos parados, com o armário que precisa ser arrumado, com o exercício que não fiz.

    É bom verificar que o tempo não trás só cabelos brancos. Para mim, ele vem aplacando a ansiedade de antes e me dando mais segurança para ser quem sou. Com todas as implicações, interfaces e desdobramentos inevitáveis à vida de quem insiste em ser muitas.



    Escrito por Flavia Cintra às 11h12
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