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    Memórias de uma mãe cadeirante
     


    Meus MMs fazem 3 anos hoje!

     

    Sou um balão humano inflado de amor e felicidade.



    Escrito por Flavia Cintra às 22h08
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    Atchim!

    Mateus começou a semana resfriado. Quando ele estava praticamente recuperado, Mariana começou espirrar. Qualquer coisa que os incomoda me tira o sossego e meu primeiro pensamento é "preferia que fosse comigo". Gotinhas de homeopatia, mel, inalação, DVDs novos e muito chamego foram suficientes para atravessar a semana sem traumas. Nessas horas eles só querem a mamãe e eu também só quero ficar com eles.

    Acho que seria mais justo se o mundo desse uma trégua às mães nessas situações. Mas, a vida continua igual: é o telefone que não para de tocar, são os compromissos importantes que tenho que cumprir, é a última lata de leite que foi aberta e precisa ser reposta, a empregada que faltou, a reunião que não posso atrasar, a entrevista marcada que tenho que fazer, o prazo do relatório que tenho que entregar, o almoço que precisa estar pronto na hora e a repetitiva pergunta de todos os dias “o que vamos fazer para o jantar?”.  Tudo isso intercalado por surpresas de amigos queridos que ligam e eu interrompo a conversa, dizendo “peraí que eu vou apagar o forno!”.  Ou a concentração que perco no texto quando uma pessoinha bem pequenininha vem me mostrar o lindo desenho que fez para mim. Que delícia.

    Ontem acordei bem cedinho e fui para a redação do Fantástico para finalizar minha matéria dessa semana. Voltei para casa a tempo de levar as crianças para passear no parque e curtir o sábado ensolarado, mas já estava sentindo a garganta arranhar e o corpo doer. Bingo! Minha vez de ficar resfriada. Pensei “ainda bem que foi no final de semana, pois tenho mais tempo de descansar!”

    Ao final do passeio, encontrei um velho amigo que me perguntou se eu estava indo à academia. Fiquei olhando para ele, sem fala. Qualquer coisa que eu dissesse não o convenceria do quanto a proposta dele era inviável. Acabei respondendo que não vou porque tenho preguiça. Mas, o que me deu preguiça mesmo foi explicar.



    Escrito por Flavia Cintra às 12h30
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    Oi!

    Por Patricia Almeida – Equipe Inclusive http://www.inclusive.org.br

    A Oi preparou um comercial em que a criança que aparece no final dizendo ” Oi”, marca registrada das campanhas da operadora, é a Iara, uma menina com síndrome de Down.

    Nada de mais, podem pensar alguns. Mas por trás desta imagem existe uma articulação do Instituto MetaSocial, que atua há mais de 16 anos no Brasil na direção de uma sociedade para todos. Usando os meios de comunicação, o MetaSocial procura formas de induzir no inconsciente coletivo a noção de que “Ser Diferente é Normal”, ou seja, todos são diferentes. Mas que a diferença não deve impedir ninguém de ter os mesmos direitos.

    O anúncio da Oi é mais um esforço da chamada publicidade inclusiva, iniciativas de ação afirmativa dentro da propaganda visando trazer a diversidade para uma área que sempre se caracterizou pelas imagens padronizadas do belo e do perfeito.

    Com certeza a menina Iara, com sua graça e alegria, naqueles poucos segundos no final do filme, sem chamar a atenção nem fazer alarde, consegue levar muito longe a mensagem de que ela, e qualquer pessoa, pode e deve estar em todos os lugares. Até o dia em que isso aconteça de forma natural.
    Parabéns a Oi e a Agência NBS por seu pioneirismo.



    Escrito por Flavia Cintra às 11h33
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