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    Memórias de uma mãe cadeirante
     


    Colo de mãe

    Dias desses, eu estava numa reunião e abri a bolsa para pegar uma caneta. Enroscada na bendita, veio uma Poly. Para quem não tem meninas em casa, Polys são mini-bonecas que formam uma coleção     i n t e r m i n á v e l ...

    Cenas como essa são comuns na minha vida porque vivo guardando as coisas que brotam no meu colo o tempo todo no dia-a-dia com as crianças. Eu me distraio e quando me dou conta tenho um caderno, uma pulseira, um aviãozinho, uma boneca, um chinelo, um casaco e mais uma infinidade de itens no meu colo. É o resto de doce, o presente que acabaram de ganhar ou qualquer coisa que não saibam onde guardar. Tudo é depositado direta e automaticamente no meu colo.

    Independente de onde eu esteja com meus filhos, essa situação se repete.  Já estou acostumada e, para falar a verdade, até gosto e me divirto com isso.

    Só que agora eles parecem estar ampliando sua “área de armazenamento”. Outro dia, no elevador, um homem ria enquanto olhava a parte de trás da minha cadeira. Olhei o sujeito fazendo uma expressão de ponto de interrogação. Ele explicou o que estava vendo me fazendo a seguinte pergunta “você também é fã do hot wheels?”. Sim, havia um carrinho estacionado sobre as minhas baterias! O mesmo carrinho que havia “sumido” de manhã. Adivinha onde é o primeiro lugar que se procuram brinquedos desaparecidos na minha casa, desde aquele dia?



    Escrito por Flavia Cintra às 22h17
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